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Poemas

SANTO ANTÔNIO DE LISBOA

A Freguesia, outrora distante
de tudo, movida a canoa a remo
e lentos carros de boi,
agora se agita
no vai e vem de turistas
e gentes que do lugar
pegaram paixão e dele
não largam o pé.

O que era paz e sossego
vai virando desassossego.

Olhai por nós ó Santa Senhora
das velhas e novas nece-cidades
– com perdão pelo mau uso
da palavra.

Socorrei-nos, também, os novos
chegados ao panteão da saudade:
a Eli Heil, o Janga Neves,
o Celso Martins.

Zelai por nós, nativos
ou não, e fazei com que a vila,
sem demora, volte a ser
o alento diário de quem
por aqui se demora.

Amém.

Alcides Buss


EquipeDigital.com