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Poemas

LISBOA

Os sinos de Lisboa dobram
por ele, o abalo de 1755.

A Igreja do Carmo é seu retrato
doído, ano após ano vivido.

Os sinos de Lisboa choram
por ele, o poeta
                        inacabado.

O Chiado é onde
a saudade o soletra em fados
e risos.

Os sinos de Lisboa
se escondem nos metrôs
e, depois, retornam em Belém.

Ai, os pastéis são gotas
de açúcar no mar português.
Na pele ostentam o bronze
a perder-se no céu
                      da boca.

Alcides Buss


EquipeDigital.com